A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) poderá votar nesta terça-feira (5), a proposta de Emenda à Constituição 461/2010, de autoria do deputado republicano Cleber Verde (PRB/MA). A PEC estabelece que o Supremo Tribunal Federal possa solicitar urgência na apreciação de projetos de sua iniciativa, privilégio usufruído apenas pelo Poder Executivo atualmente. O relator da proposta é o deputado Antonio Bulhões (PRB/SP).
Segundo Cleber Verde, a PEC visa corrigir a redação originária que contempla apenas o Chefe do Poder Executivo da União. “Em evidente desequilíbrio, o Poder Judiciário não tem a seu dispor a prerrogativa de idêntica exigência, sendo oportuno salientar que poucas são as matérias que podem ser tratadas em projetos de lei de sua iniciativa. Essa situação não se coaduna com o postulado da separação dos poderes, que devem funcionar independentes e harmônicos entre si”, explica.
Verde argumenta, ainda, que o Poder Executivo tem a seu dispor a Medida Provisória, cuja disciplina igualmente imprime rapidez e prioridade em sua tramitação. “A presente proposta tem por escopo resguardar essa mesma prerrogativa pelo menos ao órgão de cúpula do Poder Judiciário, no caso o Supremo Tribunal Federal, não incluindo, assim, os tribunais superiores”, acrescenta.
O deputado destaca que a modificação proposta evitará desgastes inúteis entre os Poderes da União. “A demora excessiva e desarrazoada, até mesmo por vários anos, na tramitação e votação de projetos de lei de iniciativa da Suprema Corte, além de retardar providências de ajustes na sociedade sob o ponto de vista jurisdicional, muitas vezes inadiáveis, pode abrir ensejo a crises institucionais de poder, diante de sentimentos de renegação e desprestígio”, defende.
terça-feira, 5 de agosto de 2014
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Cleber Verde integrará Comissão Mista que analisará reestruturação da Carreira Policial Federal
O deputado republicano Cleber Verde (PRB/MA) foi indicado pelo líder do PRB na Câmara, deputado George Hilton (MG), para compor a Comissão Especial que vai proferir parecer à Medida Provisória 650/2014, que dispõe sobre a reestruturação da Carreira da Polícia Federal.
Na avaliação de Cleber Verde, a falta de valorização na carreira policial, do ponto de vista estratégico, é um sério problema para o Estado. “Os policiais estão desestimulados e isso tem inibido a participação de novos profissionais. Há sérios problemas que precisam ser debatidos”, afirmou o republicano que é consultor jurídico da Frente Parlamentar de Apoio à Reestruturação da Polícia Federal na Câmara dos Deputados.
A Medida Provisória 650/2014 concede reajuste à remuneração dos cargos de escrivão, papiloscopista e agente da Polícia Federal, e à gratificação de desempenho da atividade de perito federal agrário. As medidas visam atrair, valorizar e reter profissionais de alto nível de qualificação compatíveis com a natureza e o grau de complexidade das atribuições das carreiras.
Por Mônica Donato
Foto: Douglas Gomes
terça-feira, 24 de junho de 2014
Cleber Verde comanda convenção estadual do PRB no MA
O deputado republicano Cleber Verde, presidente do Partido Republicano Brasileiro no Maranhão, coordenou a convenção estadual da sigla, na última sexta-feira (20). Na oportunidade, o PRB declarou apoio irrestrito as candidaturas de Lobão Filho ao governo do Estado e de Gastão Vieira ao Senado Federal.
"Nossa convenção foi festiva como tem que ser. Contamos com a presença significativa de nossos prefeitos e vereadores de todo o Maranhão. É uma grande festa democrática onde os partidos escolhem seus representantes e homologam as candidaturas. Estou certo de que temos candidatos aptos e preparadas para bem representar o povo maranhense seja na Assembleia Legislativa, no Governo do Estado ou no Congresso Federal", afirmou o republicano.
Cleber Verde disse que vai concorrer novamente a Deputado Federal e também oficializou as candidaturas do vereador Paulo Luiz e de Fredson Cutrim para o cargo. Foram oficializados os nomes de Júnior Verde, Ana Mendonça, Glauber Cutrim, Dr. Pádua e dezenas de outras lideranças políticas no Estado para concorrer a deputado estadual.
Por Mônica Donato com informações de Luciana Negreiros
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Cleber Verde acompanha sanção de projeto do senador Marcelo Crivella que inclui adicional de periculosidade ao salário dos motoboys
Motociclistas profissionais terão direito ao adicional de 30% sobre o salário por periculosidade. A norma foi sancionada nesta quarta-feira (18) pela presidenta Dilma Rousseff, em cerimônia no Palácio do Planalto. De autoria do senador Marcelo Crivella, do PRB fluminense, a nova legislação vai alterar as Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e incluir as atividades de mototaxista, motoboy e carteiros, entre aquelas consideradas perigosas.
“Vocês representam uma categoria importantíssima para o desenvolvimento deste país. A vida do motoboy deve ser protegida por uma legislação que reconheça o risco real que a profissão impõe. Nós temos o dever de zelar, cuidar e trabalhar para garantir todas as medidas de proteção à categoria”, afirmou a presidente Dilma Rousseff ao sancionar a lei.
Segundo o senador Marcelo Crivella, a lei fará justiça aos profissionais que arriscam suas vidas no trânsito. “Em São Paulo todos os dias morrem dois motoboys. Na maioria são jovens entre 18 e 24 anos. Com esse aumento eles poderão investir em melhores condições de trabalho como, por exemplo, comprar uma jaqueta de couro, uma bota de couro e trocar os pneus com certa frequência. Mas não é só isso. Ele passa a contar também com um tempo mais curto para a aposentadoria. São duas medidas que abrangem não só os que são contratados com carteira assinada, mas também os autônomos”, explicou o senador.
O deputado republicano Cleber Verde (PRB/MA) parabenizou o senador Crivella pela autoria do projeto e a sensibilidade da presidente Dilma que não hesitou em sancionar a proposta. “Um duplo direito garantido por uma lei que tem um alcance social e uma relevância inquestionáveis. Além do acréscimo de 30% no salário, a possibilidade de se aposentar com um menor tempo de contribuição”, acrescentou.
Gilberto Santos, presidente do Sindicato dos Mensageiros, Motociclistas e Ciclistas de São Paulo (SINDIMOTOSP), comemora e destaca que o benefício era um sonho esperado pela categoria há mais de 10 anos. “Mais de 2 milhões de trabalhadores em todo o Brasil serão beneficiados com a nova lei. A norma vai trazer mais moralidade ao segmento e dar um norte a essa classe sofrida que exerce atividade de risco”, disse. Gilberto aponta também que só na capital paulista são mais de 500 mil trabalhadores que utilizam a moto como instrumento de trabalho.
“Vocês representam uma categoria importantíssima para o desenvolvimento deste país. A vida do motoboy deve ser protegida por uma legislação que reconheça o risco real que a profissão impõe. Nós temos o dever de zelar, cuidar e trabalhar para garantir todas as medidas de proteção à categoria”, afirmou a presidente Dilma Rousseff ao sancionar a lei.
Segundo o senador Marcelo Crivella, a lei fará justiça aos profissionais que arriscam suas vidas no trânsito. “Em São Paulo todos os dias morrem dois motoboys. Na maioria são jovens entre 18 e 24 anos. Com esse aumento eles poderão investir em melhores condições de trabalho como, por exemplo, comprar uma jaqueta de couro, uma bota de couro e trocar os pneus com certa frequência. Mas não é só isso. Ele passa a contar também com um tempo mais curto para a aposentadoria. São duas medidas que abrangem não só os que são contratados com carteira assinada, mas também os autônomos”, explicou o senador.
O deputado republicano Cleber Verde (PRB/MA) parabenizou o senador Crivella pela autoria do projeto e a sensibilidade da presidente Dilma que não hesitou em sancionar a proposta. “Um duplo direito garantido por uma lei que tem um alcance social e uma relevância inquestionáveis. Além do acréscimo de 30% no salário, a possibilidade de se aposentar com um menor tempo de contribuição”, acrescentou.
Gilberto Santos, presidente do Sindicato dos Mensageiros, Motociclistas e Ciclistas de São Paulo (SINDIMOTOSP), comemora e destaca que o benefício era um sonho esperado pela categoria há mais de 10 anos. “Mais de 2 milhões de trabalhadores em todo o Brasil serão beneficiados com a nova lei. A norma vai trazer mais moralidade ao segmento e dar um norte a essa classe sofrida que exerce atividade de risco”, disse. Gilberto aponta também que só na capital paulista são mais de 500 mil trabalhadores que utilizam a moto como instrumento de trabalho.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Cleber Verde cumpre Missão Oficial na Itália
O presidente da Frente Parlamentar Mista de Pesca e Aquicultura, deputado Cleber Verde (PRB/MA), participou da 31ª Sessão do Comitê de Pesca (COFI) da Organização das Nações para Agricultura e Alimentação (FAO), em Roma, Itália. O objetivo principal do evento, que contou com a participação do ministro da Pesca, Eduardo Lopes, foi discutir as diretrizes para proteger a pesca artesanal sustentável, no contexto da segurança alimentar e da erradicação da pobreza.
“Milhões de pessoas em todo o mundo vivem desta atividade. Só no Brasil, atuam quase um milhão de pescadores artesanais. Debatemos a necessidade de implementação de um código de conduta responsável na Pesca para nortear todos os países”, afirmou Cleber Verde.
O republicano também esteve reunido com a equipe do Diretor Geral da FAO, Assistente Arni M. Mathiesen, para tratar sobre a pesca ilegal no Brasil e as ações para combater o problema. Segundo o republicano, o evento foi bastante produtivo e contou com a participação de mais de 190 (cento e noventa) países. “Tivemos a oportunidade de conhecer o desenvolvimento da pesca em Bangladesh, que já produz 3.5 milhões de pescados por ano e as experiências com o camarão tigre. Sabemos do potencial que o Brasil tem e vamos trabalhar para aumentar nossa produção", acrescentou.
Saiba mais
De acordo com a FAO, atualmente 90% da mão de obra do setor de captura de pescado é artesanal. As mulheres representam 50% do total dos trabalhadores no setor. Juntos, esses milhares de pescadores artesanais produzem aproximadamente a metade de todas as capturas globais. Mas, apesar de sua importância, diz a FAO, muitas comunidades de pesca artesanal continuam a ser marginalizadas. Atuando muitas vezes em áreas remotas, os pescadores têm acesso limitado aos mercados e à saúde, educação e a outros serviços sociais.
No Brasil, o Ministério da Pesca e Aquicultura tem diversos programas para apoiar esses pescadores artesanais, como o Plano Safra da Pesca e Aquicultura, que oferece linhas de crédito especiais para esse público; o Programa de Subvenção Econômica ao Preço do Óleo Diesel, que disponibiliza óleo diesel mais barato para aumentar a renda dos trabalhadores; e o programa Pescando Letras, que já foi responsável pela alfabetização de milhares de pescadores artesanais, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste.
Por Mônica Donato com informações do Ministério da Pesca
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Cleber Verde comemora inclusão dos advogados no Supersimples
Nova regra estabelece que o enquadramento de empresas no regime de tributação não seja mais por categoria, mas sim pelo faturamento.
O deputado republicano Cleber Verde (PRB/MA), defensor da redução da carga tributária no Brasil, votou pela aprovação do Projeto de Lei Complementar 221/12, que universaliza o acesso do setor de serviços ao Simples Nacional (Supersimples), o regime de tributação das micro e pequenas empresas. Segundo o republicano, a inclusão das atividades advocatícias na Tabela IV do regime simplificado representa um avanço para a categoria.
“Todos nós brasileiros já pagamos uma excessiva carga tributária e sabemos das dificuldades que os advogados sofrem, sobretudo no início de carreira. Com essa medida, haverá um incentivo aos novos profissionais que chegam ao mercado de trabalho, não só da advocacia como também fisioterapeutas, corretores de seguro e imóveis, pequenas e microempresas de refrigerantes”, explicou.
Foram aprovadas três emendas no enquadramento de empresas que permitem a incorporação no Supersimples das empresas com receita bruta anual de até R$ 3,6 milhões. Uma das emendas atribui ao Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) a função de disciplinar o acesso do microempreendedor individual (MEI) e das micro e pequenas empresas a documento fiscal eletrônico por meio do portal do Simples Nacional.
Já os serviços decorrentes de atividade intelectual, de natureza técnica, científica, desportiva, artística ou cultural e a corretagem de imóveis são enquadrados na tabela três. A nova tabela criada pelo projeto entrará em vigor apenas em 1º de janeiro do ano seguinte ao de publicação da futura lei. Estima-se que 80% das microempresas terão benefício com o fim da substituição tributária para vários setores. A matéria segue para ser apreciada no Senado Federal.
Mônica Donato com informações da Agência Câmara
Foto: Luis Macedo
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Câmara aprova MP que libera R$ 4,9 bilhões para o Fies
A medida provisória também destina R$ 200 milhões para reforço na segurança
pública no Rio de Janeiro.
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou quarta-feira (28) a Medida
Provisória (MP) 642/14, que abre crédito extraordinário de R$ 5,1 bilhões no
orçamento em vigor. A maior parte (R$ 4,9 bilhões) é destinada ao Fundo de
Financiamento Estudantil (Fies). A matéria será enviada ao Senado.
Segundo o Executivo, o recurso garantirá a concessão de financiamento a estudantes do ensino superior não gratuito, em razão de novas operações contratadas e da necessidade de cobrir as renovações semestrais dos contratos de financiamento já formalizados.
O deputado Márcio Macêdo (PT-SE) afirmou que os recursos do Fies são fundamentais para que filhos de pessoas mais pobres tenham acesso ao ensino superior. “Para permitir que o filho do povo possa entrar no ensino superior, o governo trabalha em duas frentes: o aumento das vagas nas universidades públicas e a abertura de crédito para que eles entrem em universidades privadas”, disse Macedo.
O deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE), também favorável à MP, disse que os recursos do Fies devem ser encarados como investimento. “O Fies depois retorna aos cofres do governo, então não é doação: é investimento”, disse.
Todos os partidos foram favoráveis à MP. O único a se manifestar contra foi o Psol. “São R$ 4,9 bilhões que vão para financiamento privado. É dinheiro público para financiar universidades privadas”, criticou o deputado Ivan Valente (Psol-RJ).
Segurança no Rio
O crédito restante previsto na MP, no valor de R$ 200 milhões, destina-se ao Ministério da Defesa. O dinheiro é reservado ao governo do Rio de Janeiro e dará condições adequadas ao emprego das Forças Armadas para garantia da lei e da ordem no estado.
Esses recursos vão contemplar, por exemplo, a região do Complexo da Maré (Operação São Francisco), em face dos recentes ataques às Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), desencadeados por organizações criminosas instaladas no local.
O deputado Luiz Sérgio (PT-RJ) destacou que essa verba também vai atender demandas do planejamento de segurança da Copa do Mundo.
Segundo o Executivo, o recurso garantirá a concessão de financiamento a estudantes do ensino superior não gratuito, em razão de novas operações contratadas e da necessidade de cobrir as renovações semestrais dos contratos de financiamento já formalizados.
O deputado Márcio Macêdo (PT-SE) afirmou que os recursos do Fies são fundamentais para que filhos de pessoas mais pobres tenham acesso ao ensino superior. “Para permitir que o filho do povo possa entrar no ensino superior, o governo trabalha em duas frentes: o aumento das vagas nas universidades públicas e a abertura de crédito para que eles entrem em universidades privadas”, disse Macedo.
O deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE), também favorável à MP, disse que os recursos do Fies devem ser encarados como investimento. “O Fies depois retorna aos cofres do governo, então não é doação: é investimento”, disse.
Todos os partidos foram favoráveis à MP. O único a se manifestar contra foi o Psol. “São R$ 4,9 bilhões que vão para financiamento privado. É dinheiro público para financiar universidades privadas”, criticou o deputado Ivan Valente (Psol-RJ).
Segurança no Rio
O crédito restante previsto na MP, no valor de R$ 200 milhões, destina-se ao Ministério da Defesa. O dinheiro é reservado ao governo do Rio de Janeiro e dará condições adequadas ao emprego das Forças Armadas para garantia da lei e da ordem no estado.
Esses recursos vão contemplar, por exemplo, a região do Complexo da Maré (Operação São Francisco), em face dos recentes ataques às Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), desencadeados por organizações criminosas instaladas no local.
O deputado Luiz Sérgio (PT-RJ) destacou que essa verba também vai atender demandas do planejamento de segurança da Copa do Mundo.
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