segunda-feira, 5 de março de 2012

Cleber Verde participou de Seminário de sobre aposentadoria na Câmara dos Deputados.

Com o intuito de debater a necessidade de ações para um envelhecimento com qualidade de vida como um desafio pessoal, societário e mundial, a ANFIP e a Fundação ANFIP de Estudos da Seguridade Social em conjunto com a Câmara dos Deputados, realizaram nos dias 01 e 02 de março de 2012 o "2º Seminário Internacional sobre Preparação para Aposentadoria”. O evento contou com a participação de expositores renomados na área do envelhecimento e qualidade de vida.

O evento aconteceu no auditório Nereu Ramos e contou com a presença do presidente da Anfip, Álvaro Sólon, presidente da Fundação Anfip Floriano Sá Neto, deputados federais Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), Júlio Delgado (PSB-MG), Paulo Rubem (PDT-PE), Cleber Verde (PRB-MA) e outras autoridades.

Os brasileiros passam mais de trinta anos trabalhando e quando chega o momento da aposentadoria não se sentem preparados para essa nova fase da vida. As preocupações são inúmeras, tais como: Dificuldades econômicas, familiares, laborais, físicas e psíquicas, que são por vezes agravadas pela dificuldade de uma notável diminuição de adaptação a inatividade profissional além do desconhecimento de suas potencialidades e das possibilidades de desenvolver novas habilidades.

A necessidade de preparação para a aposentadoria é uma realidade inquestionável. Por múltiplas razões, algumas delas, bastante importante é o custo econômico social. Surge então, por parte do indivíduo, o sentimento de exclusão do processo de produção e do desenvolvimento da sociedade.

Em sua participação Cleber Verde, falou sobre seu voto contrario ao PL 1992/2007 e que infelizmente a velocidade com que foi aprovado esse projeto não acontece com outros e destacou o projeto de sua autoria que trata sobre o principio da desaposentação.

“É lamentável que o aposentado seja penalizado pelo fator previdenciário com o calculo matemático aplicado, com uma correção que não acompanha o mínimo e com isso ao longo dos anos vai aumentando o prejuízo do trabalhador, hoje são no mínimo 5 milhões de brasileiros que ganhavam mais de 5 salários mínimos e ganham apenas 1, obrigando-os a voltar ao mercado de trabalho visando melhores condições de vida.

O PL 3884/2008 é um projeto de mérito, que garante aos aposentados do Brasil que voltaram a trabalhar e que, portanto, voltaram a contribuir com o INSS, o direito de poder aproveitar esse tempo e acrescentá-lo no seu benefício, o direito de levar as contribuições para a sua aposentadoria, transformando-a numa aposentadoria melhor, ou seja, o que nós queremos com esse projeto é garantir justiça social.”


Foto: Luciana Negreiros

Deputado Cleber Verde na posse do Ministro Crivella

http://www.youtube.com/watch?v=_27Ww9Y2A3E

“Deus não escolhe sempre os mais qualificados, mas sempre qualifica os escolhidos!” Com essa frase, o agora ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, encerrou seu discurso em uma das posses mais concorridas do atual governo. Centenas de convidados, incluindo praticamente todo o staff ministerial, sete senadores, o governador do Distrito Federal, dezenas de deputados de vários partidos, além de lideranças e militantes republicanos, lotaram o espaço reservado no Palácio do Planalto para a cerimônia.

“Confio nas qualificações do senador Crivella, que, apesar de sua humildade, ainda nos ensinará a colocar minhocas nos anzóis”, brincou a presidente Dilma, dando boas-vindas ao novo membro de sua equipe e, ao mesmo tempo, comemorando o retorno do PRB ao Poder Executivo.

O evento foi iniciado com o discurso do ex-ministro Luiz Sérgio, que fez um breve balanço de sua gestão e desejou sorte ao seu substituto. “O senador Crivella é uma pessoa apta a dar prosseguimento a nossas políticas e cumprir nosso desafio, que é o de fazer de todo nosso potencial de produção pesqueira uma realidade.”

Marcelo Crivella iniciou seu discurso, interrompido várias vezes por aplausos da assistência, afirmando que apesar de sua inexperiência, “afinal, como destacou a imprensa, nem sei colocar uma minhoca no anzol”, tem um grande desejo de aprender e de trabalhar pela sociedade. “Até porque, aprender a colocar a minhoca no anzol é fácil, difícil é aprender a servir ao próximo, ao cidadão, à sociedade”, lembrou.

O ministro contou que recebeu o convite com surpresa e que em um primeiro momento, chegou a sugerir outros nomes de integrantes do PRB que julgava mais qualificados no tema. “Mas, após insistência da presidente, aceitei, porque não se recusa uma missão, ainda mais a de servir à sociedade.”

A citação a José Alencar foi um dos momentos mais emocionantes do discurso do novo ministro, no qual Crivella se permitiu uma pequena quebra de protocolo, para homenagear “a vocação pela cidadania, a simplicidade e a dignidade de um brasileiro que honrou seu País”.

O ministro elencou alguns dos desafios da sua pasta, “muitos dos quais já previstos quando nós, do PRB, ao integrarmos o governo na Secretaria de Assuntos Estratégicos, ajudamos a elaborar o documento com as metas para os nossos 200 anos de Independência (o Brasil 2022), no qual citávamos a necessidade de ampliar nossa produção, que hoje, a despeito de nosso potencial, ainda é inferior a de países como o Peru”.

Crivella lembrou um dos paradoxos do setor pesqueiro. “Precisamos investir na formação de técnicos. Precisamos de uma Embrapa no setor. Pois, apesar de termos mais de 800 mil profissionais de Engenharia registrados no País, possuímos apenas 1,4 mil engenheiros de pesca.”A presidente iniciou sua fala afirmando que confia nas qualificações do senador Crivella. Dilma Rousseff lembrou a importância de aliados e dos acordos políticos que garantam a própria governabilidade e afirmou que o PRB é um desses parceiros que sempre colaboraram com o governo. “A entrada de Crivella no governo é um reconhecimento do papel do PRB nessa grande coalizão que nos permite manter o País no caminho da prosperidade e do desenvolvimento humano.”

Dilma Rousseff, que chegou a ficar com voz embargada ao agradecer o trabalho do ex-ministro Luiz Sérgio, concluiu agradecendo a presença do especialista em trabalhar pelo povo, Marcelo Crivella, que “vai dar sequência à grande participação do PRB em nosso governo, participação essa que teve início com o Zé (José Alencar) e que ainda vai dar muitos frutos”. A presidente finalizou com uma mensagem aos republicanos: “O PRB não está sendo agregado ao governo. Ele está voltando. Seja bem-vindo!”

sexta-feira, 2 de março de 2012

Luta incansável pelo trabalhador garimpeiro.

Presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, decide constituir Comissão Especial destinada a proferir parecer à PEC 405/2009 de autoria do Deputado Cleber Verde, que altera a redação do parágrafo 8º do art 195 da Constituição Federal, para assegurar ao Garimpeiro e ao pequeno minerador o direito a aposentadoria. Em ato Marco Maia convoca os membros para instalação e eleição que ocorrerá no dia 7 de março próxima quarta-feira, uma vitória muito esperada.

“Na luta incansável pela aprovação da proposta esperamos assim, reparar um equívoco, da dor silenciosa do abandono dessa classe social na terceira idade, restaurando o respeito que a sociedade lhes deve.”

Cleber Verde.


quinta-feira, 1 de março de 2012

O que Cleber Verde falou sobre escolha de Marcelo Crivella para o ministério da Pesca?


“É com alegria e satisfação que parabenizo a presidenta Dilma pela inteligente escolha do nobre colega de partido senador Marcelo Crivella, por sua competência, garra, firmeza, e transparência política, tenho absoluta certeza de que desempenhará brilhantemente este cargo trazendo inovação, frutos, e avanços ao setor de Pesca e Aquicultura, e assim contribuindo ainda mais para o desenvolvimento social e econômico do nosso País.”

Em nota, Presidente da Frente Parlamentar de Pesca e Aquicultura, Deputado Federal Cleber Verde agradeceu a Luís Sérgio por sua contribuição ao País.


“Agradeço ao inestimável serviço prestado ao nosso País, a frente do seguimento de Pesca e Aquicultura, que o Deputado Federal Luís Sérgio desempenhou como ministro, com relevância, competência, ética e responsabilidade o seu papel, não tenho dúvidas que na Câmara dos Deputados não será diferente o trabalho de legislador dando continuidade a sua contribuição a sociedade brasileira uma vez que as decisões desta casa influenciam diretamente a vida o povo brasileiro. Parabéns.”

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Cleber Verde esteve na Antártica a convite da Marinha, 10 dias antes do acidente que destruiu a estação Comandante Ferraz.

Missão Antártica.
Relatório.

"A convite da Marinha do Brasil, na pessoa do Almirante de Esquadra Comandante Júlio Soares de Moura Neto, participei em companhia dos Deputados Dilceu Sperafico PP/PR e Luiz Carlos PSDB/AP e outras autoridades, de visita oficial à Estação Antártica “Comandante Ferraz”, no período de 07 a 11 de fevereiro de 2012. No Intuito de conhecermos mais detalhadamente as atividades desenvolvidas pela Marinha, no apoio a outros órgãos e segmentos da sociedade brasileira, no Continente Antártico.


A presença do Brasil na Antártica não é uma mera bandeira fincada no Continente Branco, pois são 30 anos de pesquisa nas ciências físicas e geociências que ajudam a entender, entre outras, questões relativas ao aquecimento global e às mudanças climáticas.


O continente antártico é o continente do “superlativo”. É o mais frio, mais seco, mais alto, mais ventoso, mais remoto, mais desconhecido e o mais preservado. Sendo o quinto em extensão, e o único sem divisão geopolítica.

O continente Antártico e as ilhas que o cercam perfazem uma área aproximada de 14 milhões. Km², 1,6 vezes a área do Brasil – cerca de 10% de toda superfície da terra, 99% da superfície, é coberta por gelo, sua maior espessura, é de 4.776 m e espessura média, 1.829 m, 90% do gelo do planeta, 70% de toda a água doce. Temperaturas que variam entre -30°C e -65°C, a velocidade média dos ventos chegam a 70 km/h.Centrado no Pólo Sul Geográfico, é inteiramente circuncidado pelo oceano atlântico ou Astral, cuja área, de cerca de 36 milhões km², representa, aproximadamente, 10% de todos os oceanos. Combinadas, áreas da marinha terrestre dão a dimensão da grandiosidade e da vastidão do continente antártico que, indubitavelmente, constitui parte vital do planeta. É a maior área selvagem natural que resta na terra.

Detento quase toda água doce do planeta, possui recursos minerais, energéticos e vivos, ainda incalculáveis, arquivo da história climática do planeta, regula o clima e nos afeta diretamente. O meio ambiente antártico é único e suscetível às mudanças global, bem comum de toda a humanidade e última região totalmente preservada do planeta.

Qual a importância da Antártica para a Humanidade? E qual a importância da Permanência do Brasil no continente?

o Assegurar participação nas decisões sobre o futuro do continente

o Desenvolver pesquisa científica de qualidade na Antártica

o Capacidade de realizar apoio logístico a grandes distâncias

o Operação em áreas inóspitas (região imprópria para fixação humana)

No dia 1° de dezembro de 1959 foi assinado o Tratado da Antártica vindo a vigorar em 1961, pelo tratado os países que reclamam a posse do território no continente antártico passaram a se comprometer a suspender suas pretensões por período indefinido, permitindo a liberdade de exploração cientifica do continente, em regime de cooperação internacional.

Tratado da Antártica é o nome dado ao conjunto de acordos internacionais envolvendo o continente antártico, dentre os quais o Tratado da Antártica é o mais significativo e no qual os demais são baseados. Ele compreende o Tratado propriamente dito, um número de outros acordos correlatos e, também, algumas organizações.

Possui regime jurídico que estende a outros países, além dos 12 iniciais, a possibilidade de se tornarem partes consultivo nas discussões que regem o “status” do continente quando, demonstrando o seu interesse, realizarem atividades de pesquisas cientificas substanciais.

Destacando o protocolo de Madri que em 1991 o meio antártico ganhou importante assinatura de Madri, que designou a Antártica uma reserva natural dedicada à paz e a ciência. Desde então, o foco de interesse no continente mudou de como dividi-la para como preserva-la.

Entrou em vigor, efetivamente, no ano de 1998, substituindo e ampliando, exponencialmente, as medidas para conservação da fauna e flora antárticas, recomendando que as atividades no continente sejam dirigidas a reduzir ao mínimo o impacto da presença humana na região, o documento introduziu na Antártica regras rigorosas para eliminação de resíduos e medidas preventivas contra a poluição marinha.

Recomendações, medidas, decisões e resoluções geradas nas Reuniões Consultivas:

  • Cooperação científica;
  • Proteção do meio ambiente antártico;
  • Conservação de fauna e flora;
  • Preservação de sítios históricos;
  • Designação e gerenciamento de áreas protegidas;
  • Gerenciamento do turismo;
  • Intercâmbio de informações;
  • Coleta de dados meteorológicos;
  • Cartografia náutica;
  • Cooperação logística;
  • Comunicações e segurança.

Hoje com 48 membros signatários, 28 deles Partes Consultivas, sejam eles signatários originais, (estando o Brasil entre os originais) ou por estarem realizando pesquisa substancial na Antártica.

Conhecendo o PROANTAR

No dia 7 pela manhã ao chegar a Punta Arenas-Chile, deslocamos-nos para o Hotel “Cabo de Hornos”, onde teve apresentação sobre o PROANTAR (Programa Antártico Brasileiro), elaborado em 1982, com a colaboração de um grupo de pesquisadores, já que um dos principais objetivos do Brasil seria o desenvolvimento de um programa científico que constituísse o fundamento da inclusão do Brasil entre as Partes consultivas do Tratado, onde logo em seguida a Marinha viria a adquirir o Navio polar dinamarquês Thala Dan, apropriado para o trabalho nas regiões polares recebendo o nome de Navio de Apoio Oceanográfico “Barão de Teffé” e já ao final daquele ano precisamente em dezembro, o Barão de Teffé suspendeu juntamente com o navio oceanográfico “Professor Wladimir Besnard”, da Universidade de São Paulo, dando início à primeira expedição brasileira à Antártica, com a tarefa básica de realizar um reconhecimento hidrográfico, oceanógrafo e meteorológico de áreas do setor noroeste da Antártica e selecionar o local onde seria instalada a futura Estação Brasileira.

O sucesso da operação Antártica I resultou no reconhecimento internacional de nossa presença na no continete, que permitiu a aceitação do Brasil como parte consultiva do tratado.

O Proantar realiza atividades cientificas todo o ano, mas, a exemplo dos outros Programas, é na Campanha de Verão que ocorre a movimentação de pesquisadores, pessoal de apoio, equipamentos e material, planejamento anual de atividades denominado Operação Antártica (OPERANTAR), com inicio de sua execução em 1982 com a OPERANTAR I.

Na quarta feira dia 8 de fevereiro, decolamos trajando vestimentas especiais, para a Base Aérea Chilena “Presidente Eduardo Frei” – Antártica*; chegamos as 13:00 horas fizemos o reconhecimento da área e então seguimos no navio hidrográfico H41 de apoio a pesquisas para Estação Antártica “Comandante Ferraz” (EACF). O nome da Estação é uma homenagem póstuma ao capitão de fragata Luiz Antonio de Carvalho Ferraz. Maranhense, de São Luiz, tinha formação em hidrografia e era Mestre em Ciências, com especialização em Oceanografia pela Escola de Pós Graduação Naval de Monterey, nos EUA. Representou o Brasil em diversos seminários internacionais sobre o continente antártico e foi membro da subcomissão encarregada de elaborar o projeto do Programa Antártico Brasileiro. Morreu aos 42 anos apenas quatro meses antes da primeira expedição brasileira à Antártica.

A Comandante Ferraz (EACF) fica localizada na Península Keller Baía do Almirantado na ilha Rei George, possui acomodações para até trinta pesquisadores, além do pessoal de apoio e de manutenção, possui na sua área interna, cinco laboratórios, um módulo de triagem (separação e classificação dos materiais coletados) e dois módulos denominados, “aquário” acondicionamento de organismos vivos para estudos/observação). Há também, próximo à EACF, módulo de “química” com estufas e maquinário apropriado para a condução das pesquisas/experimentos relacionados a esta área. Também nas suas proximidades, está o modulo de meteorologia e o módulo de ionosfera. Possui equipamentos para a movimentação de carga e transporte de pessoal, um heliporto e dispõe de lanchas e botes que apoiam as pesquisas.

Sexta feira dia 10, visitamos o Navio de apoio Oceanográfico Ary Rongel.

Sábado dia 11 retornamos ao Brasil.

Entendemos que devido ao fato de o Brasil ser um dos países consultivos, coroado com sucesso em todos os anos de OPERANTAR, tendo o poder de decisão junto com os principais países no Tratado Antártica, já seria justificativa plena para sua presença na Antártica considerando a importância deste continente, além disso, é importante continuar os investindo em ciência e tecnologia para apoio a projetos, e assim nosso país continue na vanguarda das informações nas alterações do clima no Brasil e no mundo. Levando em consideração que podemos e devemos apresentar soluções para as constantes mudanças climáticas."

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Congresso Nacional inicia o ano legislativo hoje

Votações na Câmara serão retomadas na próxima terça-feira (7), em sessão marcada para as 14 horas.

O Congresso Nacional (sessão conjunta da Câmara e do Senado) inicia o ano legislativo hoje, em sessão solene às 16 horas, no Plenário da Câmara.

Na cerimônia, será lida pela ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffman, a mensagem encaminhada pela presidente da República, Dilma Rousseff, com as prioridades do Poder Executivo para 2012. Em 2011, na abertura da atual legislatura, a mensagem foi lida pessoalmente pela presidente Dilma.

Solenidade
O presidente da Mesa do Congresso, senador José Sarney, conduzirá a solenidade, depois de cumprir um rito tradicional: chegará ao Congresso conduzido por batedores, ouvirá o Hino Nacional executado pela Banda do Batalhão da Guarda Presidencial, assistirá à execução de salva de 21 tiros de canhão pelo 32º Grupo de Artilharia de Campanha e passará a tropa em revista.

O presidente da Câmara, Marco Maia, e o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski – representando o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso, que não poderá comparecer –, também participarão da abertura dos trabalhos da 2ª sessão legislativa da 54ª legislatura.